Já conhecem a AMSi
Relação existente, sem custo de mídia.
Quem administra a tecnologia
renova o contrato todo ano e cuida do parque
A dor: acompanha a segurança da empresa em telas separadas, uma por fornecedor, e nenhuma delas mostra o conjunto.
O que sabe: conhece a AMSi pelo produto que renova, e não a associa a serviço gerenciado.
O que trava: considera o assunto resolvido porque o contrato está em dia e nada aconteceu.
Por isso a peça não oferece produto novo: nomeia o que fica fora da tela que ele olha e pede uma resposta curta. É a sequência de e-mails.
Quem assina na conta que já compra
sócio ou diretor de empresa que renova há anos
A dor: não sabe quanto a empresa perde com a operação parada, e é quem responde quando isso acontece.
O que sabe: conhece a AMSi pelo produto, e nunca conversou com ela sobre o ambiente inteiro.
O que trava: entende que segurança é assunto da equipe técnica, e não dele.
Alcançá-lo por disparo desperdiça uma relação de muitos anos. Por isso são conversas individuais, conduzidas por quem tem a relação com cada conta.
Ainda não conhecem a AMSi
Três pessoas na mesma decisão, em momentos diferentes.
O diretor financeiro ou operacional
autoriza a contratação, e não está procurando
A dor: pensa no faturamento que para junto com a operação, e em quem responde por isso.
O que sabe: não sabe que está exposto, e ninguém dentro da empresa levantou o assunto com ele.
O que trava: trata segurança como custo, e espera sentir a necessidade antes de investir.
Por isso a peça mostra o custo de parar antes de oferecer qualquer coisa, e a oferta é o diagnóstico do que está exposto hoje, sem detalhar como ele é feito.
Quem responde por segurança
move o assunto dentro da empresa, e não assina sozinho
A dor: precisa levar à diretoria um retrato do que está exposto, com fundamento técnico.
O que sabe: reconhece o problema e está avaliando como resolver.
O que trava: desconfia de fornecedor que promete e não entrega, porque o mercado dele é cheio disso.
Por isso a peça responde de forma técnica e entrega material concreto, que ele leva a quem autoriza. É o interlocutor ideal da conta.
O analista de tecnologia
recebe o contato e não decide
A dor: domina as ferramentas que já rodam e responde por elas quando alguém pergunta.
O que sabe: conhece o ambiente melhor que qualquer pessoa de fora.
O que trava: a entrada de um fornecedor novo pode ser lida como avaliação do trabalho dele.
Nenhuma peça desta operação fala com ele, e isso é decisão e não omissão. O diagnóstico existe para lhe dar material, e não para submetê-lo a exame.